* - Incluir-te onde amor meu ?
- Não sei. Talvez nos teus braços. Quem sabe no meio de você, e no meio de tudo que haja você.
* - Bem que poderia eu incluir-te, mas, não tenho espaços, só desculpas...
- Desculpas as tuas ? Quantas mais ? O querer só depende da gente, meu querido Russo.
*- Mas tenho tantas. Oque faço eu delas ?
- Não posso eu te dar as respostas. Quando tu realmente olhar pra dentro de teu coração, verá então o espelho meu..e os teus reflexos, tão meus. Talvez, de relance tu verá a imagem de uma bruxa, louca, desvairada. Mas, ao olhar com cuidado, apenas o amor enxergará.
*- E oque faço eu com essas tuas loucuras tantas que me fazem lhe dizer "não" ?
- Quero os "sins" e as certezas. Também quero as incertezas, pois são estas que dão o tempero da vida, porém, os teus "nãos" são a minha agonia. Esta parte pertence a mim. Apenas peço de ti, a razão que não tenho quando preciso. O "resto" apenas acontece.
- Bem...estou eu a esperar, o teu chamar, ou quem sabe o meu acordar. É....
Como seria esse acordar?
ResponderExcluirLindo e de uma pureza tocante. Teu texto me fez sentir algo fantástico, lírico e ao mesmo tempo de uma intensa voracidade.
Que belo!